quarta-feira, 28 de abril de 2010

E agora meu filho, o que devo fazer?

Tempo ... no momento que vivo hoje quem rege meu tempo é meu filho. Quem decide quando e quanto dormir é ele, quem decide quando comer é ele, quem decide quando devo assitir TV, ver emails, tomar banho, e até agendar minhas clientes também é ele. Nunca pensei que iria passar por isso, logo eu que sempre decide quando, como as coisas e os fatos aconteceriam em minha vida.
Descobri que acordar de madrugada não é tão difícil, mas acordar no comecinho da manhã é horrível. Que sono bom que tenho nestas horas, mas adivinha, é a hora que meu filho decide acordar!!! E não há nada que o faça dormir ... o jeito é levantar e colocar algumas coisas em ordem.
E assim vou experimentando não ter tempo pra nada e muito tempo para o meu filho (o que descobri que eu amo ser mãe)!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Volta ao trabalho ... quando regressar?

Agora percebo que não nasci para ser dona de casa. Como tenho saudades do meu trabalho!
Estou num imenso dilema, será que já devo voltar a trabalhar? Como sou autônoma, só recebo se trabalho e já faz 7 semanas que estou longe do batente e não tenho direito a seguro maternidade pois não contribuo com a previdência social ... deveria ter me precavido.
Mas a gravidez veio sem planejamento... não adianta reclamar.
Pretendo voltar meio período ainda essa semana. O que estou dependendo é na adaptação do meu filho lá no consultório. Como estou amamentando (e pretendo continuar ainda por alguns meses) ele tem que vir comigo. Vou ter que conciliar horário de mamadas com os horários de atendimento.
Mas me pergunto, e se ele não se adaptar? O que farei? Entro com complemento alimentar ou prorrogo a minha volta ao trabalho?
E o medo de prorrogar e "perder" os clientes. E quem vai pagar as contas? Devo fechar?
E se entro com o complemento e o meu filho passa a não querer mais o peito?
AAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!
Não é fácil ser mãe e fisioterapeuta autônoma. Decisão ... essa é a palavra de ordem ... por enquanto não tenho resposta a minhas indagações. Para ajudar eu amo as minhas duas posições: ser mãe e ser fisioterapeuta
Quantas mulheres não passam por este mesmo dilema. Como será que elas resolveram este problema? Quantas optaram pelo filho e quantas optaram pelo trabalho?

Eu acharei a solução. Amém!